
by: Augusto Pombo
Texto dedicado a um amigo FSF.
É uma ânsia.
É um viver de ansiedade e esperas.
São renúncias. São buscas vãs num frenesim doentio.
São brilhos, são reflexos, são sombras.
Angústias.
São alentos tentadores crentes na desmistificação.
São avanços e recuos. São cortes. São pequenos nadas.
São esperas.
Não sei definir que forças me regem.
São reacções em cadeia, que põem e dispõem sem aviso prévio.
Não há registos, há apenas lembranças.
Cansaços.
Na serenidade do cansaço repousa apenas a dor.
As esperanças não morrem, o que morre é a vontade de as ter.
Não resisto às contradições. São impulsos que me fazem pensar,
Dolorosamente sentir o pensamento já magoado,
Mas teimando em se magoar.
(in nas asas do vento - Dina Ventura)
Fico muito honrado pela utilização da minha foto como ilustração do seu bonito poema.
ResponderEliminarAugusto
A honra é minha, muito grata Augusto.
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